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Major Nelson ratifica que Xbox Series X terá suporte ao Variable Rate Shading

Sendo um dos recursos que já foram confirmados durante a apresentação técnica do Xbox Series X. O VRS, ou Taxa Variável de Sombreamento é uma tecnologia aplicada à prestação de sombras. Por meio de um tweet, Larry Hryb, conhecido popularmente como Major Nelson, confirmado que o Xbox Series X suporta Variable Rate Shading.

O tweet ao qual Gamingbolg se refere para confirmar que esse suporte foi removido. O senhor Hryb pode não ter percebido que, longe de descobrir uma característica, ele estava reiterando algo que já havia sido confirmado. Agora, é útil falar sobre essa tecnologia e o recurso usado pelo site para descrevê-la é bastante útil. Para entender melhor o que é o VRS ou Variable Rate Shading, ele recorreu a um vídeo da Digital Foundry que expõe essa tecnologia.

Muitos esperam até 7 de maio para conferir como será o visual dos jogos de terceiros no Xbox Series X. Alguns jogos já estão sendo confirmados para oferecer melhorias ao futuro console da Microsoft e os enviam como uma atualização via Smart Delivery. Mas, antecipando a apresentação do gameplay do Xbox Series X em 7 de maio, a re-confirmação de que o Xbox Series X oferecerá suporte a Variable Rate Shading nos convida a entender melhor essa tecnologia.

O Variable Rate Shading é uma técnica que se refere ao envelope, usando uma tecnologia que torna o trabalho da GPU mais eficiente ao sombrear pixels. A base dessa tecnologia é não sombrear cada pixel, um por um, e é possível obter uma recriação mais realista da sombra, além de um efeito menor no uso de recursos. Um dos últimos jogos que viu a luz, o Gears Tactics, demonstrou o uso dessa tecnologia em sua versão para PC e é o exemplo aplicado no vídeo técnico da Digital Foundry.

Essa tecnologia se tornou necessária agora que as resoluções estão aumentando. Enfatizando o 4K para a próxima geração, a necessidade de gerenciar todos os recursos requer uma GPU poderosa. Mas às vezes a tecnologia não anda de mãos dadas e a magnitude do hardware para trabalhar em todos os aspectos nessas resoluções exige alguns “truques”. E é por isso que surgem tecnologias que aplicam elementos dinâmicos, como é o caso do VRS. No entanto, embora pareça uma tecnologia que reduza a qualidade, não é isso o que acontece, porque o que realmente se buscou é otimizar o desempenho geral desse processo, evitando ir pixel por pixel renderizando as sombras.

Como pode ser visto, essa técnica permite, em vez de melhorar as sombras de maneira evidente, permite que o desempenho não seja afetado, podendo atingir taxas de quadros mais altas. De certa forma, o que determinará um melhor acabamento das sombras serão outras tecnologias, como o próprio Ray Tracing. Uma combinação equilibrada de construção de ambientes e técnicas de recreação que tirarão o máximo proveito de todos os pontos fortes do hardware do Xbox Series X.

Mas é algo que veremos no próximo dia 7 de maio no primeiro evento digital da Microsoft dedicado à nova geração de consoles, como um aperitivo do que virá ainda este ano.

Jorge Henrique
Sou advogado, jornalista e fã da plataforma Windows há cerca de 10 anos. Faço cobertura em eventos e estou diariamente atento a respeito do universo da Microsoft no que tange aos produtos para os consumidores. Respondo como editor-executivo do Windows Club. Estou no Facebook e no Instagram a sua disposição.