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Xbox Series X mudou as regras de design de consoles, explica DF e Microsoft

Sem sombra de dúvidas, um das coisas que mais chamou atenção no anúncio do Xbox Series X foi seu design que mais parece um PC Gamer. Certo que, os consoles mais antigos possuíam aparências mais diferenciadas, mas nas últimas gerações estamos mais acostumados ao modelo do “DVD player”.

A questão maior é, como uma empresa que lança o menor e mais poderoso console do mundo, o Xbox One X, resolveu mudar tanto o visual do próximo? Qual seria o motivo para que empresa tenha preferido ao mais similar a uma torre de um PC? O Digital Foundry (DF) deu seu palpite quanto a isso.

Segundo eles, as regras estão prestes a mudar, a natureza do design dos consoles está a evoluir radicalmente e as concepções que temos sobre as limitações do design na construção de uma nova máquina de jogos precisam ser reavaliadas.

Ao criar o Xbox Series X, o padrão mudou. Ao GameSpot, a Microsoft disse que o Series X tem oito vezes mais poder que um Xbox One e duas vezes o poder de uma X, mas o desafio para alcançar isso num produto que chega 3 anos após o Project Scorpio é significativo.

O Digital Foundry acredita que para alcançar tanto poder e dissipar tanto calor de forma eficaz, a Microsoft fez a escolha certa pelo design. Se fizermos as contas, apenas pelos teraflops em si, o novo console da Microsoft é mesmo uma máquina de 12 teraflops, baseado nas comparações ditas pela Microsoft com o Xbox One X. No entanto, ele possui outras peças como melhorias na arquitetura Navi que entregam mais performance por teraflop do que a anterior tecnologia GCN e os testes do DF sugerem que uma GPU Navi de 9 a 10TF pode fornecer o dobro da performance sobre a Xbox One X. Então, o poder real do Xbox Series X é incalculável no momento.

Phil Spencer no Twitter compartilhou tal matéria do Digital Foundry e acrescentou o seguinte:

DF faz um bom trabalho. À medida que a Lei de Moore diminui e nossas ambições de desempenho aumentam, ela leva à inovação do design. Inovações de software como o VRS também serão críticas – o Xbox Series X reescreve as regras do design do console – e o nível de poder deve ser extraordinário.

 

Jorge Henrique
Sou advogado, jornalista e fã da plataforma Windows há cerca de 10 anos. Faço cobertura em eventos e estou diariamente atento a respeito do universo da Microsoft no que tange aos produtos para os consumidores. Respondo como editor-executivo do Windows Club. Estou no Facebook e no Instagram a sua disposição.